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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

A importância do poeta

Vou colocar aqui um trecho do livro “Espiritualidade Subversiva”, de Eugene H. Peterson, teólogo e pastor de pastores. Antes de tudo, este livro é maravilhoso. Estou terminando de ler, mas quero deixar aqui a forma que o autor escreve. Sensibilidade, descrição, observação... Todos os escritores poderiam seguir este caminho. Não só isso, os pastores também poderiam captar na Palavra de Deus, toda a beleza e profundidade que cada palavra revela.


O POETA (por Eugene H. Peterson)

“A maioria das sociedades tem honrado os poetas por causa da importância geral das palavras. Martin Heidegger costumava chamar os filósofos de “pastores do ser”. Penso nos poetas como “pastores de palavras”, velando por elas, atando-as quando se ferem, indo ao enlaço delas quando se perdem, conhecendo-as por nome, em amor. Sempre me pareceu que os pastores, que tanta relação tem com as palavras, deviam gostar mais dos poetas. Mais da metade da nossa Escritura foi escrita por poetas. Se a forma em que algo nos chega é significativo - e é - , então a poesia e os poetas são uma força a ser considerada por qualquer pessoa que tenha a responsabilidade de transmitir a mensagem cristã de qualquer maneira, pois essa Palavra se fez carne.
A primeira coisa que o poeta faz é diminuir o nosso ritmo. Não podemos ler um poema celeremente. Os poemas precisam ser relidos. Diferentemente da prosa, que enche a página com palavras, os poemas tem muito espaço em branco, o que significa dizer que o silêncio tem o seu lugar ao lado do som como algo significativo, essencial à apreensão dessas palavras. Não podemos ter muita pressa ao ler um poema. Observamos ligações, sentimos os ritmos, ouvimos as ressonâncias. Tudo isso leva tempo. Há muito para ver, sentir, perceber. Sentamos diante de um poema da mesma maneira que nos sentamos diante de uma flor e observamos a forma, o relacionamento, a cor. Deixamos que comece a trabalhar em nós. Quando lemos prosa, muitas vezes assumimos o controle, mas no poema nos sentimos fora do controle. Algo está acontecendo que não conseguimos especificar rapidamente, e não raro nos impacientamos e deixamos o poema para ler Ann Landers em seu lugar. Na prosa, estamos atrás de algo, obtendo informações, adquirindo conhecimento. Lemos o mais rápido possível para obtermos o que queremos, de forma que possamos fazer bom uso dele. Se o escritor não escreve bem - ou seja, se não o podemos compreender rapidamente -, ficamos impacientes, fechamos o livro e nos perguntamos por que alguém não lhe ensina a escrever uma simples frase. Mas na poesia assumimos uma posição diferente. Somos preparados para ser aturdidos, para voltar, prantear, ponderar, escutar. Essa observação, essa oração, essa postura reverente acha-se no âmago da vida de fé, da vida de oração, da vida de adoração, da vida de testemunho. Se temos demasiada pressa em falar, cometemos sacrilégio. Os poetas nos desaceleram, os poetas nos fazem parar. Leia outra vez, leia outra vez, leia outra vez.”

sábado, 19 de dezembro de 2009

Dez Comportamentos que destroem os melhores casamentos

Por Fernanda Santiago Valente


Casamentos que parecem não ter mais jeito, onde os cônjuges não se respeitam e até que abusam fisicamente um do outro são assuntos abordados no livro Castelo de Cartas, de Gary Chapman. Autor de outros livros como “As cinco linguagens do amor”, “Agora você está falando a minha linguagem“, “A essência das cinco linguagens do amor”, entre outros... Gary explica em Castelo de Cartas as experiências de casais que estavam com os seus casamentos totalmente destruídos pela falta de comunicação, falta de tempo e principalmente falta de respeito, mas que através de conselho e análise pastoral na vida de cada um, pode descobrir o problema e ajudá-los a serem felizes, e principalmente, restaurados pela mudança.
O livro relata em todo o momento que devemos abandonar os mitos, aqueles que dizem que o ambiente determina o nosso estado mental. Um exemplo, será que eu não terei jeito se nasci num ambiente violento, ou o qual meus pais fumavam, me abusaram ou me rejeitaram? Ao contrário do que muitos dizem, a pessoa pode sim não ser refletida pelo ambiente que vive, pois as pessoas podem mudar de opção e viver melhor que seus pais ou ambiente determinado. Um casamento infeliz pode ser consertado. O divórcio não é a opção final de todos os problemas. Há esperança. Basta que o casal procure ajuda e tente analisar seus conceitos de vida.
Neste livro, Gary também enfatiza as cinco linguagens do amor e mostra o que cada um dos cônjuges precisam para aprender a falar a linguagem do outro:

1 - Palavras de afirmação
Dizer verbalmente a seu cônjuge as coisas boas que ele faz

2 - Tempo de qualidade
Dar atenção completa a seu cônjuge

3 - Presentes
Dar a seu cônjuge um presente que diz “eu estava pensando em você”

4 - Atos de serviço
Fazer a seu cônjuge algo que lhe é significativo

5 - Toque físico
Beijar, abraçar, dar tapinhas nas costas, segurar as mãos, ter relação sexual

Além das linguagens do amor, o autor também fala sobre os princípios da realidade da vida de cada um, e como aplicá-los no casamento:

1 - Sou responsável por minha própria atitude



2 - Minha atitude afeta minhas ações



3 - Não posso mudar os outros, mas posso influenciá-los



4 -Minhas emoções não controlam as minhas ações



5- Admitir minhas imperfeições não significa que eu seja um fracasso



6 - O amor é a mais poderosa arma para o bem do mundo

Como todos esses princípios que temos que viver em nossas vidas, Gary também explica sobre como aplicar a necessidade de amor, liberdade, relevância, recreação e paz com Deus em nossas vidas.
O cônjuge irresponsável, o que só pensa no trabalho, o que é controlador, o que não se comunica, que pratica abuso verbal e físico, o que pratica e sofre de abuso sexual, o alcoólico e usuário de drogas, o depressivo... São todos citados no livro através de análises de vida de cada um, onde cada casal conseguiu aprender a se autoconhecer e escolher a mudança para suas vidas. Se o seu casamento está a ponto de desabar, acredite que se você estiver disposto a mudar e procurar ajuda há esperança.

Castelo de Cartas - Dez comportamentos que destroem os melhores casamentos
Gary Chapman
Setembro, 2009.

Gary Chapman é graduado pelo Instituto Bíblico Moody, pela Faculdade Wheaton e pela Universidade de Wake Forest (Antropologia). Possui, também, pós-graduação e doutorado pelo Seminário Teológico dos Batistas do Sul e pela Universidade da Carolina do Norte.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Confiança Cega, de Brennan Manning


Lançado recentemente, “Confiança cega” é um livro surpreendente e muito útil para os dias de hoje, seguindo a seqüência de seu livro anterior “Evangelho para Maltrapilhos” que foi escrito para todos aqueles que se sentem indignos de receber o amor de Deus. Seguindo o contexto, “Confiança Cega” revela o quanto Deus se agrada quando depositamos Nele, a nossa confiança.
Manning nos convida a chamar o nosso Senhor, de ABA, papai. Viver o tempo todo glorificando a Deus pelas pequenas coisas: o que você faz, por exemplo, na hora de comer? Glorifica o alimento? Já parou para meditar nas pequenas coisas? Quem preparou aquele prato? Agradeceu por ele? E no sorriso de uma criança? O por do sol, a chuva... quando agradecemos a Deus por tudo isso, ELE se alegra.
O autor ainda menciona a superficialidade do Evangelho de hoje, a mania de dizer que o “crente” não tem sofrimentos. A leitura nos livra de todo o perfeccionismo de santidade, nos livra da tal religiosidade, tão imposta nos padrões atuais, pois julgamos as pessoas, em qualquer passo que nos parece ser “errado” e esquecemos que Deus ama o pecador, perdoa o pecador e dá infinitas chances de recomeçarmos, pois nos ama incondicionalmente e sabe que jamais seremos perfeitos. ELE só quer o nosso AMOR, que confiemos nele para TUDO, pois não podemos ser autopiedosos.
Ler “Confiança Cega” é descobrir o amor incansável de Deus e dar uma chance a nós mesmos.

Sobre o autor: Batizado Richard Francis Xavier, o escritor Brennan Manning nasceu e cresceu, junto com os dois irmãos, num subúrbio barra pesada de Nova York. Sua família enfrentou dificuldades - experiência que certamente contribuiu para aguçar-lhe a sensibilidade pelos anseios dos humildes e simples no ministério que abraçaria anos depois -, mas isto não o impediu de entrar para a Universidade St. John, da qual sairia para servir no Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos (os famosos marines) durante a Guerra da Coréia.

De volta à vida civil, Manning tentou estudar jornalismo na Universidade do Missouri, mas seus questionamentos pessoais e a palavra de um conselheiro o levaram a um seminário católico. Em fevereiro de 1956, ao meditar sobre o caminho de Jesus até a cruz, sentiu-se comovido pelo Evangelho e chamado por Deus. "Naquele momento", relata, "a vida cristã passou a ter um novo significado para mim: uma relação íntima e profunda com Jesus." Quatro anos mais tarde, graduou-se em Filosofia e, posteriormente, em Teologia, pelo Seminário St. Francis.

Um dos aspectos mais interessantes sobre a trajetória ministerial de Brennan Manning é o trânsito entre a academia e as favelas, a universidade e as vilas, povoados e cortiços. Pensador brilhante, especialista em Escrituras e Liturgia, foi entre as populações carentes dos Estados Unidos e da Europa que encontrou o caminho para colocar em prática o tipo de cristianismo com o qual se comprometera desde o início de sua vocação: o da compaixão e serviço abnegado. Viveu em clausura e contemplação; carregou água para populações rurais e foi ajudante de pedreiro na Espanha; lavou pratos na França; deu apoio espiritual a presidiários suíços.

Com a fé reafirmada, Brennan Manning retornou aos Estados Unidos, fixando-se inicialmente no Alabama, onde tentou organizar uma comunidade nos mesmos moldes da Igreja primitiva. Voltou ao campus no fim dos anos 1970 e, depois de enfrentar uma crise pessoal, começou a escrever e ministrar palestras, atividades que mantém até hoje, sempre com o objetivo de comunicar o amor incondicional de Deus em Jesus. "Aprendi de um sábio franciscano que, para quem conhece o amor de Cristo, nada mais no mundo é tão belo e desejável."
Onde encontrar o livro?

Editora Mundo Cristão: www.mundocristao.com.br

Assista um de seus vídeos:

quarta-feira, 15 de julho de 2009

O poder da Oração no Casamento


Nunca se casou tanto quantos nos dias de hoje e estatísticas atuais mostram que o número de divórcios subiu muito mais. A cada quatro matrimônios celebrados, um é desfeito. Com isso, a autora Stormie Omartian lançou há pouco tempo “O poder da Oração no Casamento”, seqüência de muitos outros livros de sua autoria sobre a importância da oração.
Neste precioso trabalho, Stormie mostra como Deus se importa com os nossos problemas e em 14 capítulos divide o livro com temas que são difíceis de serem trabalhados no nosso dia a dia; problemas que quando não são conversados entre o casal pode levar ao divórcio.
A autora começa falando de comunicação, cita a importância de orarmos para que o diálogo venha a acontecer em nosso relacionamento. O diálogo é a base para um excelente casamento. Contar os desejos mais íntimos ao parceiro ou suas prioridades é o melhor caminho para um entender o outro. Deixar de conversar com o amado ou amada, apenas interromperá a comunicação e a distância os separará.
Ira e grosseria também são atitudes discutidas neste livro, ensinando o casal a orar para que haja mudanças no caráter. O perdão também não fica longe. É difícil perdoar, mas o perdão liberta muitos casais dos sentimentos negativos e também da depressão.
Filhos que dominam os pais, finanças fora de controle, vícios e comportamentos destrutivos, influências externas no relacionamento sexual, também são temas discutidos. Além disso, Stormie vai adiante: E quando o amor acaba? O que fazer? Como orar? Quando o cônjuge deixa de ser prioridade um para o outro e se o divórcio é considerado uma opção são assuntos tratados com clareza e solução.
A autora toca ainda num tema que ninguém gosta: a infidelidade. Será que conseguimos perdoar? E quando um dos dois resolve sair de casa? Existe esperança?
Com muita fé em Jesus e oração, Stormie Omartian que viveu todos os assuntos abordados, ensina que é possível recuperar o casamento através da determinação e oração. É uma deliciosa leitura, recomendada a qualquer casal, mesmo que estejam muito bem. Invista em seu casamento! Se você ainda não casou, vale a pena aprender.
Onde encontrar?
Editora Mundo Cristão.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Ouça o que Deus quer falar pra você



Crítica: Vinde amados meus!, de Frances J. Roberts

Um livro de meditações. Para cada dia um versículo que traz um texto de exortação como se fosse a voz de Deus falando ao nosso coração. As meditações são como lições diárias. Para quem não sabe compreender a Bíblia é um livro de exercício para o entendimento.
Sugiro que seja lido logo pela manhã, antes de começar as tarefas e obrigações diárias. Vale a pena deixá-lo na cabeceira da cama. Assim que acordar, fazer uma oração e lê-lo. Leia apenas um tema por dia. A leitura deste livro durará quatro meses. É uma leitura que serve para o nosso crescimento e entendimento espiritual.
Através dele, poderemos criar nossas próprias reflexões. Quando terminar a leitura, oriento que você comece a ler a Bíblia e através dos versículos lidos, passe a escrever o que você entendeu e o que Deus falou com você. Garanto que será uma experiência esplendida, pois exercitará sua conversa diária com o Criador.
Esta leitura foi muito especial em minha vida, pois na lição 16, após uma oração, eu falava pra Deus que eu queria desistir de alguns projetos que ELE colocou em minhas mãos. Então, ele simplesmente me exortou da seguinte maneira:

UM VASO SUBMISSO E CHEIO DE FÉ

“Mas o povo que conhece o seu Deus resistirá com firmeza” Daniel. 11.32

DEUS: Minha é a sabedoria e a honra e o poder e a glória para todo o sempre. Suscito nações e derrubo reinos, mas meu trono será estabelecido em Sião e minha justiça em toda a terra.
Não estou derrotado, mas fico em compasso de espera no momento presente por causa do egoísmo e obstinação humana. Minha justiça e misericórdia são obstruídas pela ignorância humana e pela falta de fé até dos meus filhos.
Não desanime nem fique entristecido em seu coração e espírito. Você não leu que não pude fazer muitos milagres deles por causa da sua descrença? E isso continua verdadeiro hoje – e não ocorre em apenas um lugar, mas em muitos – sim, em toda AA extensão e amplitude da terra.
Fique atento a mim. Posso realizar grandes coisas mesmo por meio de um único vaso submisso e cheio de fé. Lembre-se de Davi, e como operei uma grande vitória para os exércitos de Israel por intermédio da coragem dele quando todos os outros estavam paralisados pelo medo.
Siga em frente, e não nutra a idéia de recuar. Outros podem seguir em frente no mesmo caminho que seria um recuo para você. Eles não são responsáveis de prestar-me o tipo de serviço que pedi a você. Mantenha os seus olhos em mim, como já lhe aconselhei tantas vezes.
Tenho forças de tarefa especiais, e o que fará caso chame o para unir-se ás suas fileiras? Não procure a companhia de muitos outros. Boa parte do caminho você deverá trilhar completamente sozinho, exceto da minha presença.

Gostou? Nem tanto? Mas é desse jeito que Deus nos exorta. Para encontrar o livro pastar acessar o site www.adsantos.com.br

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

A oração que liberta, de Beth Moore

Foi o livro que li essa semana. Através dele, pude ser confrontada e exortada por muitos sentimentos, pensamentos e atitudes que estavam me aprisionando sem que eu me desse conta. Temos a mania de achar que pecado é só roubar, trair e matar. Mas não é bem assim. A autora apresenta um estudo maravilhoso com citações do livro de Isaías, da Bíblia. Não são todas as pessoas que aceitam a exortação e a correção de Deus, mas Beth consegue relatar no livro o que realmente é o amor de Jesus. E o melhor, você sente a presença de Deus em cada lição que os 47 capítulos ensinam.
Demorei para enxergar que sou uma pessoa rebelde. Já chegaram a falar pra mim que sou rebelde, mas nunca entendi de onde vinha essa rebeldia, pois sempre me achei a “super correta”, totalmente convicta das minhas atitudes. Porém, descobri que humanizo Deus e acabo não aceitando algumas regras impostas por ELE, como por exemplo: obedecer. Uma das minhas maiores dificuldades é obedecer a voz de Deus. É de repente fazer tudo do meu jeito. É Deus querer me dar forças e eu ao invés de receber, ignoro a benção tentando dar uma forcinha para Deus. E desde quando Deus precisa da minha força?
Confesso, que quando Deus me mostrou que este é o meu problema, senti muita dor, mas pude sentir o amor de Jesus confortando o meu coração e me ensinando a dobrar os joelhos em oração para começar tudo de novo, não do meu jeito, mas do jeito DELE.
Em cada capítulo lido, passei por um processo de libertação. O livro te leva a orar. Não é só leitura, mas um aprendizado de como viver próximo de Deus.
Só somos livres quando conhecemos e vivemos o amor de Deus. Somos libertos quando praticamos os seus ensinamentos e quando entendemos o que ELE quer de nossa vida através de Isaias 61.1-4 (versículos que deverei guardar e viver durante toda a minha vida).


“O espírito do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos;

A apregoar o ano aceitável do SENHOR e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes;

A ordenar acerca dos tristes de Sião que se lhes dê glória em vez de cinza, óleo de gozo em vez de tristeza, vestes de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantações do SENHOR, para que ele seja glorificado.

E edificarão os lugares antigamente assolados, e restaurarão os anteriormente destruídos, e renovarão as cidades assoladas, destruídas de geração em geração”


Deus libertou o povo de Israel que viveu por quatrocentos anos sob escravidão dos egípcios, tudo com o ensinamento e permissão de Deus. É dessa mesma forma que Deus quer nos libertar, para tratar com o nosso orgulho, nossa incredulidade, a nossa falta de fé.
A autora nos arranca toda idolatria oculta. Àquelas que não se referem às imagens e deuses, mas a idolatria por pessoas, objetos ou coisas que colocamos na frente de Deus. O tratamento vai além, nossas mágoas são apagadas, o legalismo que atrapalha a nossa vida é encarado e a partir daí, aprendemos a controlar a nossa mente, que é o grande alvo do diabo. A falta de paz, a perda de um ente querido, os traumas de infância são assuntos relatados no livro através da busca da oração e da cura interior.
Se você por acaso se perdeu no meio do caminho e não tem mais interesse de orar e buscar a Deus. Tenho certeza que depois de ler “A Oração que liberta” sua vida terá um verdadeiro propósito: a oração. Se você não sabe orar, aprenderá.
Indico este livro para os cristãos, para os que ainda não são cristãos e também para aqueles que são líderes de ministérios e discipulados. Pois no final do livro são encontradas várias perguntas para serem discutidas e ensinadas num grupo de estudo ou discipulado. A idéia é que seja ensinado um capítulo por vez. Por hoje é só! Deus te abençoe!

Sobre a autora: Beth Moore é autora de vários livros bíblicos e de livros que se tornaram sucesso de vendas nos Estados Unidos. É autora de “A oração da Vitória”, publicado no Brasil pela Editora Mundo Cristão.
É também uma oradora extremamente requisitada. Suas palestras e seus seminários vêm encantando platéias pelas mensagens cheias de energia., paixão, humor, ternura e graça.
Em 1994, Moore fundou o Living Proof Ministries, que visa a ensinar às mulheres como viver de acordo com a Palavra de Deus, valendo-se de literatura e de audiovisuais de sólida base bíblica.
Ela tem duas filhas e um neto. Vive em Houston, no Texas, onde integra o conselho da Primeira Igreja Batista. Continua a realizar seus famosos estudos bíblicos nas noites de terça-feira para cristãos de todas as denominações e a dar aulas na escola bíblica dominical.


Onde encontrar o livro: Editora Mundo Cristão