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sexta-feira, 13 de maio de 2011

Fantasia e Realidade

Eu só queria ser perfeita
(Do filme: Cisne Negro)

sábado, 2 de outubro de 2010

É melhor ser alegre que ser triste


 Por Fernanda Santiago Valente

COMER, REZAR, AMAR… o filme estreou ontem e já conferi. É baseado em fatos reais, e adaptado do Best Seller da autora Elizabeth Gilbert.
Conta a história de Liz (Julia Roberts), uma escritora, que ao sair de um casamento de oito anos, decide buscar DEUS. Ao invés de se aventurar num novo amor, ela resolve marcar um encontro com ela mesmo.
A decisão dela é conhecer novas línguas, novos sabores, e essa deliciosa viagem começa na Itália, onde descobre a variedade de massas irresistíveis. Na Itália, ela conhece um grupo que a adota e começa a aprender a relaxar, sentir a alegria de não fazer nada.
Sua segunda viagem é à Índia, onde conhece Richard (Richard Jenkins), que se torna um grande amigo. E este é o momento, que Liz, abre seu coração a ajudar e compreender as pessoas ao seu redor.
Já à terceira viagem é para Bali, na Indonésia. Ela reencontra o seu verdadeiro guru, que há anos atrás, havia profetizado sua segunda vinda àquele lugar. Em Bali, Liz realmente se reencontra, em todos os sentidos. Ela começa a amar incondicionalmente todas as pessoas que estão naquele lugar como se fosse sua própria família.
Ao som de Samba da Benção, de Vinícius de Moraes, conhece o brasileiro Felipe (Javier Bardem), e ela se encanta com toda a sensibilidade do Cali ente brasileiro, que vive um problema parecido ao dela... e aí? Vá assistir!
O que mais amei no filme foi a fotografia. As imagens estão lindíssimas e deixa o cinéfilo com uma vontade louca de fazer uma viagem dessas. Vale a pena conferir, sem arrependimento nenhum. Todos os atores deram um show de interpretação e o roteiro é simplesmente bárbaro. Amei, amei, amei.

A frase mais perfeita do filme: Liz, você não precisa de um homem, e sim de um herói.

Confira ao trailer:

 




Ficha técnica


Nome: Comer, rezar, amar
Nome Original: Eat pray love
Cor filmagem: Colorida
Origem: EUA
Ano de produção: 2010
Duração: 140 min
Classificação: 12 anos
Direção: Ryan Murphy

Deixo abaixo, a música principal do filme: Samba da Benção (Vinícius de Moraes)






Cantado
É melhor ser alegre que ser triste
Alegria é a melhor coisa que existe
É assim como a luz no coração
Mas pra fazer um samba com beleza
É preciso um bocado de tristeza
É preciso um bocado de tristeza
Senão, não se faz um samba não
Falado
Senão é como amar uma mulher só linda
E daí? Uma mulher tem que ter
Qualquer coisa além de beleza
Qualquer coisa de triste
Qualquer coisa que chora
Qualquer coisa que sente saudade
Um molejo de amor machucado
Uma beleza que vem da tristeza
De se saber mulher
Feita apenas para amar
Para sofrer pelo seu amor
E pra ser só perdão
Cantado
Fazer samba não é contar piada
E quem faz samba assim não é de nada
O bom samba é uma forma de oração
Porque o samba é a tristeza que balança
E a tristeza tem sempre uma esperança
A tristeza tem sempre uma esperança
De um dia não ser mais triste não
Falado
Feito essa gente que anda por aí
Brincando com a vida
Cuidado, companheiro!
A vida é pra valer
E não se engane não, tem uma só
Duas mesmo que é bom
Ninguém vai me dizer que tem
Sem provar muito bem provado
Com certidão passada em cartório do céu
E assinado embaixo: Deus
E com firma reconhecida!
A vida não é brincadeira, amigo
A vida é arte do encontro
Embora haja tanto desencontro pela vida
Há sempre uma mulher à sua espera
Com os olhos cheios de carinho
E as mãos cheias de perdão
Ponha um pouco de amor na sua vida
Como no seu samba
Cantado
Ponha um pouco de amor numa cadência
E vai ver que ninguém no mundo vence
A beleza que tem um samba, não
Porque o samba nasceu lá na Bahia
E se hoje ele é branco na poesia
Se hoje ele é branco na poesia
Ele é negro demais no coração
Ponha um pouco de amor numa cadência
E vai ver que ninguém no mundo vence
A beleza que tem um samba, não
Porque o samba nasceu lá na Bahia
E se hoje ele é branco na poesia
Se hoje ele é branco na poesia
Ele é negro demais no coração

(deixo também um trecho do livro)
Os muitos motivos pelos quais eu não queria mais estar casada com aquele homem são pessoais demais e tristes demais para serem compartilhados aqui. Muitos deles tinham a ver com coisas minhas, mas uma boa parte dos nossos problemas tinha a ver também com as questões dele. Isso é natural; afinal de contas, há sempre duas pessoas em um casamento – dois votos, duas opiniões, dois conjuntos conflitantes de decisões, desejos e limitações. Mas não considero adequado discutir as questões dele no meu livro. Tampouco pediria a alguém para acreditar que sou capaz de relatar uma versão imparcial da nossa história, portanto, a crônica do fim do nosso casamento não será contada aqui.
Também não discutirei aqui todos os motivos pelos quais eu ainda queria ficar casada com ele, nem todas as suas características maravilhosas, nem os motivos que me fizeram amá-lo e me casar com ele, nem os motivos pelos quais eu era incapaz de imaginar a vida sem ele.
Não vou abrir nenhuma dessas gavetas. Basta dizer que, naquela noite, ele ainda era, em igual medida, meu farol e minha ave de mau agouro. A única coisa mais inconcebível do que ir embora era ficar; a única coisa
mais impossível do que ficar era ir embora...
...Sei que essa parte da minha história não é uma parte feliz. Mas eu a estou compartilhando aqui porque alguma coisa estava prestes a acontecer naquele chão de banheiro que iria mudar para sempre o curso da minha vida – quase como um daqueles superacontecimentos as-tronômicos malucos, quando um planeta gira no espaço sideral sem nenhum motivo, e seu núcleo incandescente se modifica, reposicionando seus pólos e alterando radicalmente seu formato, de tal modo que a massa inteira do planeta se torna subitamente oblonga em vez de esférica. Alguma coisa assim.
O que aconteceu foi que comecei a rezar.
Rezar, sabem – tipo para Deus...
...eu finalmente havia chegado à idade em que uma mulher começa a questionar se a maneira mais sensata de superar a perda de um lindo rapaz de olhos castanhos é mesmo levar outro para sua cama imediatamente. É por isso que já faz muitos meses que estou sozinha. É por isso, na verdade, que decidi passar este ano inteiro sozinha.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Querem te aborrecer? Vá rir!

Por Fernanda Santiago Valente

Pois é, algumas situações insistem em te aborrecer, acelerar seu coração de um jeito que quase perca os batimentos, mas antes de sair chutando tudo, sempre é bom contar até 100 porque contar até 10 é muito pouco. E para não falar o que não deve #%#@$&*)_)$#, nada melhor que rir... a dica é assistir uma comédia, porque vida cheia de filme de terror misturado com drama, não dá não. Xô! Xô! Saia daqui coisa ruim!
E fui conferir GENTE GRANDE, com Adam Sandler, um dos atores que mais gosto, dentro da modalidade gargalhada. Não achei tudo isso, mas consegui rir bastante. O filme conta a história de cinco amigos que faziam parte do mesmo time de basquete na juventude, mas que acabam se reencontrando após vários anos no funeral do treinador. Acabam juntando suas esposas e filhos num final de semana, na casa do lago, que anos antes, comemoraram o campeonato.
As piadas são leves e bem estilo “azarar” amigos. São situações simples, que com certeza já ocorreu comigo e com você. Quer se distrair? Vá rir! É uma boa sugestão.

Confira o trailer:



FICHA TÉCNICA

Diretor: Dennis Dugan
Elenco: Adam Sandler, Rob Schneider, Maria Bello, Maya Rudolph, Chris Rock, Kevin James, David Spade, Tim Meadows.
Produção: Adam Sandler, Barry Bernardi, Allen Covert, Tim Herlihy
Roteiro: Adam Sandler, Fred Wolf
Fotografia: Theo van de Sande
Trilha Sonora: Rupert Gregson-Williams
Duração: 102 min.
Ano: 2010
País: EUA
Gênero: Comédia
Cor: Colorido
Distribuidora: Sony Pictures
Estúdio: Happy Madison Productions / Relativity Media

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

É possível viver um AMOR À DISTÂNCIA?

Por Fernanda Santiago Valente


O filme é uma historia romântica de dois solteirões “trintões”. Algo bem sugestivo para uma pessoa como eu, que está chegando aos 30, e agora, solteira, inspirada num Amor à distância. Por que não?
Sai do cinema cantando “Hey Na Na”, de uma cantora que conheci ontem, Katie Herzig. Não é a trilha principal do filme, mas a música tomou conta da minha mente. Toda a trilha sonora casou muito bem. É mais um daqueles filmes rápidos sem enrolação. Edição perfeita, tudo na batida da música.
O roteiro é excelente. Alguns momentos de palavrão, mas não tem nada de vulgar. Achei inteligente, dinâmico e realmente engraçado. Com um final muito feliz, isso é o mais importante.
A atriz Drew Barrymore interpreta Erin, uma estudante de jornalismo, que passa suas férias de verão em Nova York como estagiária. Começou a sua carreira profissional tarde devido um amor que não deu certo. Já o ator Justin Long, interpreta Garret, um empresário do ramo musical, mas que não faz muito sucesso. Ambos procuram se realizar profissionalmente e não pensavam que poderiam se apaixonar.
Erin é obrigada a voltar a sua cidade, e é aí que desenrola o enredo... não posso contar tudo né? Vá assistir!

Ficha técnica:
Diretor: Nanette Burstein
Elenco: Drew Barrymore, Justin Long, Christina Applegate, Ron Livingston, Kelli Garner, Natalie Morales, Kristen Schaal, Charlie Day, Jason Sudeikis, Peyton List, Rob Riggle.
Produção: Jennifer Gibgot, Garrett Grant, Adam Shankman
Roteiro: Geoff LaTulippe
Fotografia: Eric Steelberg
Trilha Sonora: Mychael Danna
Ano: 2010
País: EUA
Gênero: Comédia Romântica
Cor: Colorido
Distribuidora: Warner Bros.
Estúdio: New Line Cinema / Offspring Entertainment

Clique aqui e confira toda a trilha sonora do filme

Assista ao Trailer




Confira aqui a minha música - Katie Herzig - Hey Na Na


segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Toy Story 3 é para emocionar adultos

Fui conferir ontem e é indispensável assistir, pois nos faz lembrar perfeitamente dos nossos brinquedos favoritos. Se você como eu tinha um certo cuidado com os brinquedos vai adorar o filme, que contém um roteiro incrível e repleto de emoção. Toy Story 3 traz Woody (dublado por Tom Hanks), Buzz (dublado por Tim Allen) e toda a turma de volta às telas quando Andy se prepara para ir para a faculdade e seus leais brinquedos vão parar num creche por causa de um simples mal entendido entre eles (os brinquedos).
As cenas da creche são realmente comovente: brinquedos rejeitados, crianças amorosas e também aquelas que são insuportáveis rebeldes e destruidoras. Ninguém gostaria de ver seu brinquedo preferido na mão de alguém que não cuida.
Eu, quando criança, até os meus 13 anos, brinquei de Barbie e pude relembrar da minha linda coleção, principlamente das Barbies que doei. Será que foram bem tratadas? Será que elas ainda existem? Ou foram parar no lixão?
Assim como eu, muitos se identificarão em alguma cena do filme, mas as crianças... na minha opinião, não é um filme para crianças, observando algumas, pude notar que sentiram-se um pouco incomodadas.

TOY STORY 3

Elenco: Tom Hanks, Tim Allen, Joan Cusack, John Ratzenberger, Wallace Shawn, Ned Beatty, Don Rickles.
Direção: Lee Unkrich
Gênero: Animação/Aventura
Duração: 102 min.
Distribuidora: Buena Vista
Estreiou: 18 de Junho de 2010

Confira o Trailer:



quinta-feira, 13 de maio de 2010

Viver, viver e viver

Por Fernanda Santiago Valente

já assistiu ao filme “Minha vida sem mim”? Se não, recomendo que assista. A personagem principal do filme é Ann, uma moça de 23 anos, casada, e mãe de duas garotinhas. Sua mãe tem uma história de sonhos fracassados e seu pai passou os últimos dez anos na prisão. Ela trabalha todas as noites na limpeza de uma Universidade, onde não poderá realizar o desejo de estudar. Ann mora com sua família num pequeno trailer no quintal de sua mãe.
Após um desmaio, ela vai ao médico e depois de uma série de exames descobre que está com câncer nos ovários, já passando para pulmão e fígado. Logo, descobre que não tem mais de três meses de vida. Ann não conta a ninguém sobre a doença, apenas diz que está com anemia. A partir daí ela faz uma lista de todos os seus sonhos, coisas que nunca teve tempo e nem oportunidade para realizar. Veja os trailers:



Bom, por que comecei citando esta trágica história? É que muitas pessoas só descobrem que a vida vale a pena quando de repente surge a notícia de que tem apenas um ou três meses de vida. Por que temos que esperar surgir uma doença para ter tempo de realizar os nossos sonhos?
Existe uma frase de um psicanalista molecular, chamado Allan Sachs que diz o seguinte: A morte é mais universal que a vida, todo mundo morre, mas nem todo mundo vive”
Viver é não deixar nada para amanhã. Muitas pessoas vivem mortas possuindo a vida. Pararam de acreditar em seus sonhos, se acomodaram em seus pensamentos e vivem pessimistas, mortas, com o espírito totalmente abatido.
Harold Kushner, um conservador judeu muito conhecido por seu livro “Quando coisas ruins acontecem às pessoas boas” cita um grande pensamento: “Estou convencido de que o medo de morrer, de nossa vida chegar ao fim, não tira tanto nosso sono quanto o medo... que atinge a todos que talvez não tenham vivido”
Tem gente que não vive, apenas vegeta. Mesmo possuindo inteligência e talentos, vegetam. Não olham adiante. Apenas lamentam o que passou. Em Salmos 90, versículo 12, o salmista faz uma linda e verdadeira oração: “Faze com que saibamos como são poucos os dias da nossa vida para que tenhamos um coração sábio”
Se levássemos em conta o significado deste versículo, levaríamos a nossa alma mais a sério: sorrindo, amando, perdoando, conquistando tudo o que nos cerca. Em Tiago, capítulo 4, verso 14, encontramos mais uma citação: “Vocês nem sabem o que lhes acontecerá amanhã! Que é a sua vida? Vocês são como a neblina que aparece por um tempo e depois se dissipa”
Se o nosso tempo é tão pouco, por que será que o matamos com tantas bobagens? Às vezes matamos o nosso tempo com brigas, fofocas e inutilidades. Matamos o nosso tempo com coisas que nos destroem: os jogos, as bebidas, a pornografia, a mentira, a inveja, o orgulho, a vingança. Agora pergunto: Pra quê?
O livro mais mal humorado da Bíblia, Eclesiastes, em capítulo 3, verso 11, traz a seguinte mensagem: “Tudo fez formoso em seu tempo, também pôs o mundo no coração do homem, sem que este possa descobrira obra que Deus fez desde o princípio até o fim”.
Termino deixando aqui esta reflexão, temos que ser honestos e perceber que existe muito mais do que apenas este mundo aqui tem a oferecer. Por isso, que possamos viver da melhor forma, sem precisar esperar uma doença terminal aparecer para obtermos algumas mudanças. Espero do fundo do coração que a partir de hoje sejamos exceles esposas ou esposos, que sejamos excelentes amigos, filhos, pais, irmãos, profissionais. Que sejamos gratos à vida, eliminando todas as atitudes que nos atrapalham. Que possamos listar nossos projetos sem adiar.
Hoje começo a matar algumas atitudes que me destroem por dentro: a preguiça, a depressão, o ciúme, a murmuração e a falta de perdão. Eu quero a vida e não a morte.
Quais as atitudes destrutivas que você quer matar em sua vida a partir de hoje? Pense nisso! E viva...